Professor (a): Márcia C Alves
Turma: 8º A e B
Disciplina: Ciências
Canal de resposta: WHATSAAP 011 94279-2279 e E-MAIL marciaca@prof.educacao.sp.gov.br
Prazo de envio: 10 dias contando a partir da data de postagem
Período de envio: 27/07 À 31/07/2020
ATENÇÃO ! ESSA ATIVIDADE JÁ
FOI POSTADA NO GRUPO DE WHATSAPP, SE VOCÊ JÁ FEZ AGUARDE A PRÓXIMA ATIVIDADE , CASO AINDA NÃO TENHA FEITO ESTOU NO AGUARDO.
Material utilizado: https://saude.gov.br/saude-de-a-z/infeccoes-sexualmente-transmissiveis-ist
Tarefas: retirar do texto 05 perguntas e responder.
Orientações:
Leia antes de realizar a
atividade.
Caros alunos essa leitura é para ajudá-los com a atividade proposta para essa semana, sugiro que
realizem a leitura e retire do texto 5 questões e responda cada uma delas em seu caderno.
O que são infecções sexualmente
transmissíveis?
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas
por vírus, bactérias ou outros microrganismos.
Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato
sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com
uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer,
ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação. De
maneira menos comum, as IST também podem ser transmitidas por meio não sexual,
pelo contato de mucosas ou pele não íntegra com secreções corporais
contaminadas.
O tratamento das pessoas com IST melhora a qualidade de
vida e interrompe a cadeia de transmissão dessas infecções. O atendimento, o
diagnóstico e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.
A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)
passou a ser adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente
Transmissíveis (DST), porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e
transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.
Se não tratadas
adequadamente, podem provocar diversas complicações e levar a pessoa,
inclusive, à morte.
IMPORTANTE: A terminologia Infecções Sexualmente
Transmissíveis (IST) passa a ser adotada em substituição à expressão Doenças
Sexualmente Transmissíveis (DST), porque destaca a possibilidade de uma pessoa
ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.
Quais são as principais infecções
sexualmente transmissíveis?
Existem diversos tipos de infecções sexualmente
transmissíveis, mas os exemplos mais conhecidos são:
·
herpes genital;
·
HPV
·
Doença
Inflamatória Pélvica (DIP)
·
Gonorreia
e infecção por Clamídia
·
Linfogranuloma
venéreo (LGV)
·
Sífilis
Quais são os sintomas das
infecções sexualmente transmissíveis?
As IST podem se manifestar por meio de feridas,
corrimentos e verrugas anogenitais, entre outros possíveis sintomas, como dor
pélvica, ardência ao urinar, lesões de pele e aumento de ínguas. São alguns
exemplos de IST: herpes genital, sífilis, gonorreia,
tricomoníase, infecção pelo HIV, infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV),
hepatites virais B e C.
As IST aparecem, principalmente, no órgão genital, mas
podem surgir também em outras partes do corpo (ex.: palma das mãos, olhos,
língua).
O corpo deve ser observado durante a higiene pessoal, o
que pode ajudar a identificar uma IST no estágio inicial. Sempre que se
perceber algum sinal ou algum sintoma, deve-se procurar o serviço de saúde,
independentemente de quando foi a última relação sexual. E, quando indicado,
avisar a parceria sexual.
Algumas IST
podem não apresentar sinais e sintomas, e se não forem diagnosticadas e
tratadas, podem levar a graves complicações, como infertilidade, câncer ou
até morte. Por isso, é importante fazer exames laboratoriais para
verificar se houve contato com alguma pessoa que tenha IST, após ter relação
sexual desprotegida – sem camisinha masculina ou feminina.
IMPORTANTE: O
corpo deve ser observado durante a higiene pessoal, porque isso pode ajudar a
identificar uma infecção sexualmente transmissível ainda no estágio inicial.
Sempre que se perceber algum sinal ou algum sintoma, deve-se procurar o serviço
de saúde. E, quando indicado, avisar a parceria sexual.
Cada IST apresenta sinais, sintomas e características
distintos. São três as principais manifestações clínicas das IST: corrimentos,
feridas e verrugas anogenitais.
As principais características, de acordo com os tipos de
infecções sexualmente transmissíveis, são:
Corrimentos
·
Aparecem no pênis, vagina ou ânus.
·
Podem ser esbranquiçados, esverdeados ou amarelados, dependendo da
IST.
·
Podem ter cheiro forte e/ou causar coceira.
·
Provocam dor ao urinar ou durante a relação sexual.
·
Nas mulheres, quando é pouco, o corrimento só é visto em exames
ginecológicos.
·
Podem se manifestar na gonorreia, clamídia e tricomoníase.
Feridas
·
Aparecem nos órgãos genitais ou em qualquer parte do corpo, com ou
sem dor.
·
Os tipos de feridas são muito variados e podem se apresentar como
vesículas, úlceras, manchas, entre outros.
·
Podem ser manifestações da sífilis, herpes genital, cancroide
(cancro mole), donovanose e linfogranuloma venéreo.
Verrugas anogenitais
·
São causadas pelo Papilomavírus Humano (HPV) e podem
aparecer em forma de couve-flor, quando a infecção está em estágio avançado.
·
Em geral, não doem, mas pode ocorrer irritação ou coceira.
HIV/aids e hepatites virais B e C
·
Além das IST que causam corrimentos, feridas e verrugas
anogenitais, existem as infecções pelo HIV, HTLV e pelas hepatites
virais B e C, causadas por vírus, com sinais e sintomas
específicos.
Verrugas anogenitaisDoenças
Inflamatória Pélvica (DIP)
·
É outra forma de manifestação clínica das IST.
·
Decorre de gonorreia e clamídia não tratadas.
·
Atinge os órgãos genitais internos da mulher (útero, trompas e
ovários), causando inflamações.
Como é feito o diagnóstico de
infecções sexualmente transmissíveis?
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)
caracterizam-se por infecções causadas por mais de 30 agentes etiológicos
diferentes (bactérias, vírus, fungos e protozoários), sendo transmitidas de
maneira prioritária por contato sexual. Eventualmente, também podem ser
transmitidas por contato sanguíneo, e da mãe para a criança durante a gestação,
o parto ou a amamentação.
As IST ocorrem com alta frequência na população e têm
múltiplas apresentações clínicas. No que diz respeito ao diagnóstico das IST, a
anamnese, a identificação das diferentes vulnerabilidades e o exame físico
constituem-se como elementos essenciais. Durante o exame físico, deve-se
proceder, quando indicado, à coleta de material biológico para a realização de
testes laboratoriais ou rápidos.
A abordagem sindrômica, que se baseia nos aspectos
clínicos para classificar os principais agentes etiológicos e definir o
tratamento sem o apoio de testes laboratoriais ou rápidos, não possui cobertura
completa nos diferentes aspectos das IST. Dessa forma, sempre que possível, os
testes laboratoriais ou rápidos devem ser utilizados para auxiliar na definição
do diagnóstico. Além disso, sempre que disponíveis no serviço, devem ser
realizados exames para triagem de gonorreia, clamídia, sífilis, HIV e hepatites
B e C.
É importante ressaltar que, mesmo que não haja sinais e
sintomas, as IST podem estar presentes e ser, inclusive, transmissíveis.
Ultimamente, o manejo das infecções assintomáticas está se beneficiando de
novas tecnologias diagnósticas — algumas já em uso, como os testes rápidos para
sífilis e para o HIV, além de outras menos acessíveis até o momento, mas que
contam com a possibilidade de implantação, como os testes para gonorreia e
clamídia.
Atualmente, o Ministério da Saúde vem incentivando a
realização do teste rápido como importante estratégia de saúde pública na
ampliação do diagnóstico.
De maneira particular, os testes rápidos são testes nos
quais a execução, leitura e interpretação do resultado ocorrem em, no máximo,
30 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial. Podem ser realizados
com amostras de sangue total obtidas por punção digital ou punção venosa, e
também com amostras de soro, plasma e fluido oral.
Hoje, o Ministério da Saúde
distribui aos serviços de saúde do SUS os testes rápidos para HIV, sífilis e
hepatites B e C. Esses testes podem ser realizados por qualquer profissional,
desde que devidamente capacitado, presencialmente ou a distância. O TELELAB
consiste em uma plataforma de capacitação a distância do Ministério da Saúde,
on-line, de livre acesso e gratuita, composta por cursos de diagnóstico das
IST, incluindo aulas sobre os testes rápidos. Para mais informações,
acesse: telelab.aids.gov.br.
Além disso, o
Ministério da Saúde também oferece aos profissionais a Avaliação Externa de
Qualidade para Testes Rápidos (AEQ-TR), que consiste em uma importante
ferramenta de gestão para garantir a qualidade dos resultados gerados na testagem
rápida. A avaliação é individual, espontânea e pode ser realizada por qualquer
profissional que executa teste rápido. No site qualitr.paginas.ufsc.br/ poderão ser localizados o vídeo e o manual com
informações detalhadas sobre a AEQ-TR.
Por fim, o atendimento imediato das pessoas com IST e de
suas parcerias, além de ter uma finalidade curativa, também visa a interrupção
da cadeia de transmissão e a prevenção de outras IST e complicações decorrentes
dessas infecções. A sinergia entre o diagnóstico precoce e o tratamento
adequado e oportuno do HIV, da sífilis e das hepatites virais durante a
gravidez leva à prevenção da transmissão vertical, devendo ser valorizada em
todos os níveis de atenção.
Nesse sentido, o DCCI estabelece e apoia estratégias para
redução das IST, em conjunto com estados, municípios, organizações não
governamentais, entidades de classe e demais instituições envolvidas com o
tema.
Como prevenir as infecções
sexualmente transmissíveis?
O uso da camisinha (masculina ou feminina) em todas as
relações sexuais (orais, anais e vaginais) é o método mais eficaz para evitar a
transmissão das IST, do HIV/aids e das hepatites virais B e C. Serve também
para evitar a gravidez.
Importante ressaltar que existem vários métodos para
evitar a gravidez; no entanto, o único método com eficácia para prevenção de
IST é a camisinha (masculina ou feminina). Orienta-se, sempre que possível,
realizar dupla proteção: uso da camisinha e outro método anticonceptivo de
escolha.
A camisinha masculina ou feminina pode ser retirada
gratuitamente nas unidades de saúde.
Quem tem relação sexual desprotegida pode contrair uma
IST. Não importa idade, estado civil, classe social, identidade de gênero,
orientação sexual, credo ou religião. A pessoa pode estar aparentemente
saudável, mas pode estar infectada por uma IST.
A prevenção combinada abrange o uso da camisinha masculina ou feminina, ações de prevenção, diagnóstico e tratamento das IST, testagem para HIV, sífilis e hepatites virais B e C, profilaxia pós-exposição ao HIV, imunização para HPV e hepatite B, prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatite B, tratamento antirretroviral para todas as PVHIV, redução de danos, entre outros.
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