segunda-feira, 10 de agosto de 2020

ATIVIDADE 6 - 8º A e B - PROFª MARCIA CRISTINA

Professor (a): Márcia C Alves

Turma: 8º A e B

Disciplina: Ciências

Canal de resposta: WHATSAAP 011 94279-2279  e  E-MAIL marciaca@prof.educacao.sp.gov.br      

Prazo de envio: 10 dias contando a partir da data de postagem

Período de envio: 27/07 À 31/07/2020

 

 

ATENÇÃO ! ESSA ATIVIDADE JÁ FOI POSTADA NO GRUPO DE WHATSAPP, SE VOCÊ JÁ FEZ  AGUARDE A PRÓXIMA ATIVIDADE , CASO  AINDA NÃO TENHA FEITO ESTOU NO AGUARDO. 

 

 

Material utilizado: https://saude.gov.br/saude-de-a-z/infeccoes-sexualmente-transmissiveis-ist

 

Tarefas: retirar do texto 05 perguntas e responder.

 

Orientações:

Leia antes de realizar a atividade.

 

Caros alunos essa leitura é para ajudá-los com a atividade proposta para essa semana, sugiro que

realizem a leitura e retire do texto 5 questões e responda cada uma delas em seu caderno.

 

 

O que são infecções sexualmente transmissíveis?

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos.

Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação. De maneira menos comum, as IST também podem ser transmitidas por meio não sexual, pelo contato de mucosas ou pele não íntegra com secreções corporais contaminadas.

O tratamento das pessoas com IST melhora a qualidade de vida e interrompe a cadeia de transmissão dessas infecções. O atendimento, o diagnóstico e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passou a ser adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.

Se não tratadas adequadamente, podem provocar diversas complicações e levar a pessoa, inclusive, à morte. 

 

IMPORTANTE: A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passa a ser adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.

 

Quais são as principais infecções sexualmente transmissíveis?

Existem diversos tipos de infecções sexualmente transmissíveis, mas os exemplos mais conhecidos são:

·         herpes genital;

·         Cancro mole (cancroide)

·         HPV

·         Doença Inflamatória Pélvica (DIP)

·         Donovanose

·         Gonorreia e infecção por Clamídia

·         Linfogranuloma venéreo (LGV)

·         Sífilis

·         Infecção pelo HTLV

·         Tricomoníase

 

Quais são os sintomas das infecções sexualmente transmissíveis?

As IST podem se manifestar por meio de feridas, corrimentos e verrugas anogenitais, entre outros possíveis sintomas, como dor pélvica, ardência ao urinar, lesões de pele e aumento de ínguas. São alguns exemplos de IST: herpes genital, sífilis, gonorreia, tricomoníase, infecção pelo HIV, infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), hepatites virais B e C.

As IST aparecem, principalmente, no órgão genital, mas podem surgir também em outras partes do corpo (ex.: palma das mãos, olhos, língua).

O corpo deve ser observado durante a higiene pessoal, o que pode ajudar a identificar uma IST no estágio inicial. Sempre que se perceber algum sinal ou algum sintoma, deve-se procurar o serviço de saúde, independentemente de quando foi a última relação sexual. E, quando indicado, avisar a parceria sexual.

Algumas IST podem não apresentar sinais e sintomas, e se não forem diagnosticadas e tratadas, podem levar a graves complicações, como infertilidade, câncer ou até morte. Por isso, é importante fazer exames laboratoriais para verificar se houve contato com alguma pessoa que tenha IST, após ter relação sexual desprotegida – sem camisinha masculina ou feminina. 

 

IMPORTANTE: O corpo deve ser observado durante a higiene pessoal, porque isso pode ajudar a identificar uma infecção sexualmente transmissível ainda no estágio inicial. Sempre que se perceber algum sinal ou algum sintoma, deve-se procurar o serviço de saúde. E, quando indicado, avisar a parceria sexual.

Quais são as características das infecções sexualmente transmissíveis?

Cada IST apresenta sinais, sintomas e características distintos. São três as principais manifestações clínicas das IST: corrimentos, feridas e verrugas anogenitais.

As principais características, de acordo com os tipos de infecções sexualmente transmissíveis, são:

Corrimentos

·         Aparecem no pênis, vagina ou ânus.

·         Podem ser esbranquiçados, esverdeados ou amarelados, dependendo da IST.

·         Podem ter cheiro forte e/ou causar coceira.

·         Provocam dor ao urinar ou durante a relação sexual.

·         Nas mulheres, quando é pouco, o corrimento só é visto em exames ginecológicos.

·         Podem se manifestar na gonorreia, clamídia e tricomoníase. 

 

Feridas

·         Aparecem nos órgãos genitais ou em qualquer parte do corpo, com ou sem dor.

·         Os tipos de feridas são muito variados e podem se apresentar como vesículas, úlceras, manchas, entre outros.

·         Podem ser manifestações da sífilis, herpes genital, cancroide (cancro mole), donovanose e linfogranuloma venéreo.

 

Verrugas anogenitais

·         São causadas pelo Papilomavírus Humano (HPV) e podem aparecer em forma de couve-flor, quando a infecção está em estágio avançado.

·         Em geral, não doem, mas pode ocorrer irritação ou coceira.

HIV/aids e hepatites virais B e C

·         Além das IST que causam corrimentos, feridas e verrugas anogenitais, existem as infecções pelo HIV, HTLV e pelas hepatites virais B e C, causadas por vírus, com sinais e sintomas específicos.

Verrugas anogenitaisDoenças Inflamatória Pélvica (DIP)

·         É outra forma de manifestação clínica das IST.

·         Decorre de gonorreia e clamídia não tratadas.

·         Atinge os órgãos genitais internos da mulher (útero, trompas e ovários), causando inflamações.

 

Como é feito o diagnóstico de infecções sexualmente transmissíveis?

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) caracterizam-se por infecções causadas por mais de 30 agentes etiológicos diferentes (bactérias, vírus, fungos e protozoários), sendo transmitidas de maneira prioritária por contato sexual. Eventualmente, também podem ser transmitidas por contato sanguíneo, e da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.

As IST ocorrem com alta frequência na população e têm múltiplas apresentações clínicas. No que diz respeito ao diagnóstico das IST, a anamnese, a identificação das diferentes vulnerabilidades e o exame físico constituem-se como elementos essenciais. Durante o exame físico, deve-se proceder, quando indicado, à coleta de material biológico para a realização de testes laboratoriais ou rápidos.

A abordagem sindrômica, que se baseia nos aspectos clínicos para classificar os principais agentes etiológicos e definir o tratamento sem o apoio de testes laboratoriais ou rápidos, não possui cobertura completa nos diferentes aspectos das IST. Dessa forma, sempre que possível, os testes laboratoriais ou rápidos devem ser utilizados para auxiliar na definição do diagnóstico. Além disso, sempre que disponíveis no serviço, devem ser realizados exames para triagem de gonorreia, clamídia, sífilis, HIV e hepatites B e C.

É importante ressaltar que, mesmo que não haja sinais e sintomas, as IST podem estar presentes e ser, inclusive, transmissíveis. Ultimamente, o manejo das infecções assintomáticas está se beneficiando de novas tecnologias diagnósticas — algumas já em uso, como os testes rápidos para sífilis e para o HIV, além de outras menos acessíveis até o momento, mas que contam com a possibilidade de implantação, como os testes para gonorreia e clamídia.

Atualmente, o Ministério da Saúde vem incentivando a realização do teste rápido como importante estratégia de saúde pública na ampliação do diagnóstico.

De maneira particular, os testes rápidos são testes nos quais a execução, leitura e interpretação do resultado ocorrem em, no máximo, 30 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial. Podem ser realizados com amostras de sangue total obtidas por punção digital ou punção venosa, e também com amostras de soro, plasma e fluido oral.

Hoje, o Ministério da Saúde distribui aos serviços de saúde do SUS os testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C. Esses testes podem ser realizados por qualquer profissional, desde que devidamente capacitado, presencialmente ou a distância. O TELELAB consiste em uma plataforma de capacitação a distância do Ministério da Saúde, on-line, de livre acesso e gratuita, composta por cursos de diagnóstico das IST, incluindo aulas sobre os testes rápidos. Para mais informações, acesse: telelab.aids.gov.br.

Além disso, o Ministério da Saúde também oferece aos profissionais a Avaliação Externa de Qualidade para Testes Rápidos (AEQ-TR), que consiste em uma importante ferramenta de gestão para garantir a qualidade dos resultados gerados na testagem rápida. A avaliação é individual, espontânea e pode ser realizada por qualquer profissional que executa teste rápido. No site qualitr.paginas.ufsc.br/ poderão ser localizados o vídeo e o manual com informações detalhadas sobre a AEQ-TR.

Por fim, o atendimento imediato das pessoas com IST e de suas parcerias, além de ter uma finalidade curativa, também visa a interrupção da cadeia de transmissão e a prevenção de outras IST e complicações decorrentes dessas infecções. A sinergia entre o diagnóstico precoce e o tratamento adequado e oportuno do HIV, da sífilis e das hepatites virais durante a gravidez leva à prevenção da transmissão vertical, devendo ser valorizada em todos os níveis de atenção.

Nesse sentido, o DCCI estabelece e apoia estratégias para redução das IST, em conjunto com estados, municípios, organizações não governamentais, entidades de classe e demais instituições envolvidas com o tema.

Como prevenir as infecções sexualmente transmissíveis?

O uso da camisinha (masculina ou feminina) em todas as relações sexuais (orais, anais e vaginais) é o método mais eficaz para evitar a transmissão das IST, do HIV/aids e das hepatites virais B e C. Serve também para evitar a gravidez.

Importante ressaltar que existem vários métodos para evitar a gravidez; no entanto, o único método com eficácia para prevenção de IST é a camisinha (masculina ou feminina). Orienta-se, sempre que possível, realizar dupla proteção: uso da camisinha e outro método anticonceptivo de escolha.

A camisinha masculina ou feminina pode ser retirada gratuitamente nas unidades de saúde.

Quem tem relação sexual desprotegida pode contrair uma IST. Não importa idade, estado civil, classe social, identidade de gênero, orientação sexual, credo ou religião. A pessoa pode estar aparentemente saudável, mas pode estar infectada por uma IST.

A prevenção combinada abrange o uso da camisinha masculina ou feminina, ações de prevenção, diagnóstico e tratamento das IST, testagem para HIV, sífilis e hepatites virais B e C, profilaxia pós-exposição ao HIV, imunização para HPV e hepatite B, prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatite B, tratamento antirretroviral para todas as PVHIV, redução de danos, entre outros.

 

 

Observações: as questões podem ser enviadas por escrito via e-mail , ou por foto do caderno  via whatsapp

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