segunda-feira, 21 de setembro de 2020

ATIVIDADE 17 - 1ª A, B, C e D - PROFª DEUSILENE

 Conteúdo Programático


Professor (a): Deusilene Lima

Turma: 1º ano A,B,C e D

Disciplina: Língua Portuguesa e Literatura

Canal de resposta: deusilene@professor.educacao.sp.gov.br

Prazo de envio: 17/08/2020 a 21/08/2020

Período de envio: 14/09 a 18/09

 

Material utilizado:

Caderno, livro didático, CMSP.

 

Tarefas: Leia o texto.

Faces do futuro.

Se há um choque de princípios que marcará a sociedade nos próximos anos é aquele entre a comodidade e a segurança, de um lado, e a privacidade, de outro.

Como mostrou reportagem do jornal The New York Times reproduzida por esta Folha, avanços no campo do reconhecimento de faces por computador lançam novos dilemas. Empresas podem reter dados faciais de seus clientes? Devem obter autorização para fazê-lo? E o que dizer do governo?

Hoje em dia, algumas companhias conseguem, usando bancos de dados gigantescos e algoritmos relativamente simples, rastrear os hábitos dos consumidores a ponto de conhecer sua intimidade. Uma rede de varejo norte-americana, por exemplo, desenvolveu um método para detectar a gravidez de suas clientes. Com a informação vieram ofertas irresistíveis.

Investidas como essas se sobrepõem a outros avanços tecnológicos, como câmeras de vigilância mais potentes e chips de cartões bancários capazes de revelar quanto o cidadão gastou e onde ele esteve. A isso se somam os drones, que localizam, e eventualmente liquidam, até quem se esconde nas áreas mais remotas do planeta.

Agências governamentais não hesitam em usar tais métodos para a bisbilhotice em massa.

Questão de limites

Reconheça-se, porém, que a maioria das pessoas se entrega voluntariamente a essa hipervigilância – para nada dizer da superexposição vista nas redes sociais.

Cadastros na internet podem trazer, como contrapartida, ofertas personalizadas por e-mail, que representam inegável conforto. A utilização da tecnologia de ponta pelas polícias, por sua vez, aumenta a capacidade de prevenir e resolver crimes, ampliando a sensação de segurança da população.

Para que o cruzamento de ferramentas como grandes bancos de dados, reconhecimento facial, câmeras de vigilância e drones não se aproxime demais da distopia de George Orwell em 1984, é crucial que sejam criados limites.

Um bom começo seria determinar que dispositivos dessa natureza só sejam usados com a ciência do cidadão, a quem cabe decidir se quer fazer parte da trama. Folha de S. Paulo, 12 jun. 2014. Opinião. Disponível em: http://wwwl.folha.uol.com.br/opiniao/2014/06/1468933-editorial-faces-do-futuro.shtml. Acesso em: 11 fev.2016.

Questões.

1-Qual é a questão abordada no texto?

2-Quais são as informações permitem concluir que a questão abordada já é uma realidade?

3-O texto apresenta uma opinião clara sobre a questão abordada. Qual é ela?

4-Essa opinião pode ser atribuída a um indivíduo? Explique.

5-Quais são os argumentos apresentados para sustentar a posição defendida no texto?

6-Releia o segundo parágrafo do texto. Ele ilustra uma estratégia argumentativa. Explique que estratégia é essa.

7-O último parágrafo traz uma conclusão decorrente da argumentação feita ao longo do texto. Que conclusão é essa?

8-Pesquise o significado da palavra distopia.

9-Qual a sua opinião sobre a questão abordada no texto?

Orientações:

Ler o texto.

Copiar e responder as questões no caderno.

 

Observações:

Atividade de recuperação referente ao 3º bimestre.

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