CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO
Atividade
IV do Terceiro bimestre.
Professor (a): Solange Cabral
de Deus
Turmas: 8 º s anos D, E do
Ensino Fundamental II
Disciplina: Arte
Canal de resposta:
solangedeus@professor.educacao.sp.gov.br
+ contatos:
solangedeus@prof.educacao.sp.gov.br
Código de acesso ao Classroom:
https://classroom.google.com/h:
Turma do 8º ano D: iohsyhp
Turma do 8º ano E: kfem3h4
Facebook: https://www.facebook.com/groups/370814286391847/:
Prazo de envio: duas semanas
após a publicação
Período de envio: 05/10 à 09/10/2020
Habilidade: Compreender e
diversificar o trabalho do profissional de teatro. BNCC: 6
Objetivo: Reconhecer
a importância do trabalho no teatro, percebendo a existência de diferentes
abordagens em processo criativo no teatro com diferentes maneiras e caminhos
pelos quais um diretor pode exercer seu trabalho.
Objeto de conhecimento: Mundo
do trabalho no teatro
Tema: Trabalho no teatro
Material utilizado: Material
escolar.
Tarefas:
1.Visitar
um teatro, à sede de uma companhia teatral ou a uma escola de artes cênicas
para realizar uma entrevista sobre o trabalho do diretor de peça teatral.
2.Elaborar
um cartaz com imagens referente a visita, a entrevista realizada e compartilhar
a experiência.
Sondagem
Você já foi a um teatro? Qual?
Quando? Como foi a sua visita?
O que podemos perceber de mais
importante no teatro?
Qual é o profissional
responsável pelo espetáculo no teatro?
Apreciação
http://portais.funarte.gov.br/brasilmemoriadasartes/acervo/foto-carlos/audios/audios-entrevistas
Ópera Carmen no Teatro
Municipal, em São Paulo. Foto: Heloisa Ballarini / Secom
Atividade:
1.Elabore no mínimo 10
perguntas referentes as curiosidades do mundo do trabalho no teatro.
Análise e reflexão:
Depois da sua elaboração das
perguntas na atividade, responda:
1.Qual
a importância das perguntas elaboradas por você? Houve perguntas que você as
considerou serem mais importantes para a entrevista? Justifique a sua resposta.
2. Registre o que você
aprendeu?
Orientação:
Além
de um diretor de teatro, você pode entrevistar atores, professores de teatro,
ou outros profissionais que possam falar sobre o papel do diretor. Prepare
antecipadamente questões para investigar mais sobre esse profissional, como se
dá sua formação e trajetória, a relação dele com o grupo e qual sua atuação
efetiva durante a montagem e a execução de um espetáculo. Depois de coletar os
dados e analisá-los.
Exemplo
de uma entrevista com o profissional Marcos Caruso
Marcos
Vianna Caruso é um ator roteirista, autor e diretor de teatro brasileiro, além
de autor de telenovelas, peças teatrais e roteiros para cinema.
“O que
pode mais desejar um homem já consagrado naquilo que ama? O que pode mais
desejar um ator com recordes de público na sua carreira?” Foram basicamente
estas perguntas que logo me surgiram quando eu soube que entrevistaria Marcos
Caruso. O que seriam, a princípio, duas páginas dedicadas a ele, se tornaram
três – por conta da simpatia, da disponibilidade e, mais do que tudo, da
coragem deste homem do teatro em abrir o seu coração. Nesta longa entrevista, o
ator e dramaturgo fala, bem à vontade, dos mais diversos temas comuns a todos
os cidadãos brasileiros: da era das “celebridades”, do consumismo desenfreado,
de uma sociedade aprisionada e, é claro, da política e da inércia da população
frente ao seu cenário atual. Como não poderia deixar de ser, Marcos Caruso
fala, também, do teatro brasileiro: disserta sobre seus 36 anos de profissão,
seus grandes sucessos (como “Trair e Coçar, é Só Começar”), suas parcerias, a
questão do patrocínio teatral, e “As Pontes de Madison”, espetáculo que
protagoniza atualmente ao lado de sua grande companheira (e ex-mulher) Jussara
Freire.
Jornal
de Teatro – Como e quando foi seu primeiro contato com o teatro?
Marcos Caruso – Quando
ainda era criança. Minha mãe morreu quando eu tinha dez dias de vida e fui
criado, em parte, pela a minha avó, que me deu um boneco de fantoche. Desde
aquele momento, comecei a criar historinhas, a fazer o meu teatrinho.
JT –
Você é formado em direito. Por que essa escolha? Realmente pensava em trabalhar
na área?
MC – Meu pai me
aconselhou a ter um diploma, caso minha vida de ator não desse certo. Então,
escolhi direito como o meu plano B. Imaginei que com o direito eu poderia, no
mínimo, representar nos tribunais, acusando ou defendendo um réu.
JT – E
como foi a reação da sua família?
MC – Meu pai reagiu
numa boa. Ele viu que era aquilo que eu realmente queria fazer e me apoiou. Não
houve problema algum.
JT –
Muita gente costuma criticar a nova geração de atores, já que muitos “caem de
paraquedas” na profissão como “celebridades”. Qual a sua opinião a respeito
dessa nova geração?
MC – É exatamente
contrária. As pessoas que “caem de paraquedas” também são muito bem-vindas.
Quem não tem talento não resiste ao teatro. A seleção natural vai
automaticamente se encarregar de cortar do meio aquele que não tem talento.
Veja, por exemplo, esse talento que é a Grazi Massafera. Eu só acho uma pena
porque, muitas vezes, gente de talento não tem ainda o espaço que merece.
JT –
Hoje em dia está mais fácil ou mais difícil se produzir uma peça em relação à
década de 1970, quando você começou?
MC – Está mais difícil.
Os donos de teatro cobram preços altíssimos, os jornais cobram fortunas para
divulgar o nosso trabalho e os próprios técnicos e profissionais da área pedem
valores altíssimos. Por quê? Porque ninguém produz sem patrocínio. Então, na
medida que se tem um patrocínio, todo mundo eleva o seu preço e se torna
impossível fazer uma produção sem patrocínio hoje em dia.
JT –
Então, como você tem agido?
MC – Eu sou uma
exceção. Tenho grandes sucessos na minha carreira. Tenho três peças de seis
anos em cartaz, tenho duas peças de sete anos em cartaz, tenho uma peça de 23
anos. Eu nunca, na minha vida profissional, fiquei no teatro menos de nove
meses em cartaz. Eu sempre fui um ator de muita sorte por ter feito muito
sucesso. De todas as peças que fiz, que foram mais de 30, tive patrocínio em
quatro (foram essas últimas que fiz). Eu sempre fui um homem que produzi com o
meu dinheiro, produzia com o dinheiro que eu ganhava do teatro. Eu investia no
teatro aquilo que eu recebia do teatro. E não só eu, muita gente fez isso:
Antônio Fagundes, Marco Nanini, Paulo Goulart, Othon Bastos, Eva Wilma, Raul
Cortez, Irene Ravache, Juca de Oliveira... Muita gente fez isso durante muitos
anos. Estiveram sempre em cartaz colocando dinheiro do próprio bolso no teatro.
Hoje em dia mudou, pois as regras mudaram. E mudaram, acho, para pior.
JT – Falta
incentivo público? Como você vê as iniciativas do poder público para o teatro?
MC – Existem algumas
coisas interessantes. Algumas leis que são interessantes, como a lei de fomento
da Prefeitura de São Paulo. Mas acho que o teatro tem de ser patrocinado de uma
outra forma, embora isso resulte em uma discussão enorme. Acho que, hoje, está
mais difícil. Em “Operação Abafa”, que ficou quase dois anos e três meses em
cartaz, produzimos com R$ 50 mil, então é possível. Em São Paulo ainda existem
muitos grupos que conseguem sobreviver assim, mas acho que o dinheiro tem sido
usado para poucos e, muitas vezes, dado àqueles que não precisam.
JT –
Acredita que hoje em dia a pessoa precisa ter uma imagem atrelada à TV para
conseguir patrocínio?
MC – O patrocinador exige
que essa pessoa tenha uma imagem atrelada à TV. Isso é injusto para com a arte.
O Mateus Nachtergaele, antes de ter ido para a Globo, fez “Livro de Jó”, um dos
maiores sucessos do teatro brasileiro, e não tinha patrocínio nenhum. É um cara
que hoje talvez tenha porque está na Globo. Mas, independentemente de estar com
a cara na Globo, ele tem talento, só para dar um exemplo. Existem poucas
empresas com sensibilidade de apoiar verdadeiramente o talento em todos os
níveis – um ator, um autor ou um diretor – sem que não tenham passado pela
televisão. Eu entendo que para a empresa o retorno para o seu produto deva ser
maior (com ator na TV), mas ninguém garante que um ator que está na televisão
leve mais público do que um que não está.
JT –
Baseado me que você diz isso?
MC – Sou um exemplo
disso. Tenho 36 anos de profissão e seis anos de Rede Globo. Os outros 30 anos
anteriores eu sobrevivi – e muito bem – do teatro. Sobrevivi brilhantemente.
Sou um nome conhecido em São Paulo devido ao que eu faço no teatro. Esses
últimos seis anos da Rede Globo me deram uma projeção nacional, maior
visibilidade, mas eu nunca precisei da minha imagem na televisão para levar
público ao teatro e acho que poucas pessoas precisaram, graças a Deus. Hoje a
mentalidade passa a ser mais consumista. Vivemos em um mundo mais capitalista
do que nunca, no qual o seu produto tem que ter uma cara e, se você puder
valorizar o seu produto com uma cara mais vendável, melhor. Nós não gostaríamos
que fosse assim, mas as empresas praticamente exigem que alguém do seu elenco
esteja na televisão. Pelo lado do mercado eu entendo, mas não entendo pelo lado
da arte.
JT – “Sua
Excelência, o Candidato”, de 1985, apesar de cômico, não deixa de ser uma
crítica aos políticos, já naquela época. Como você enxerga a política hoje em
dia? Mudou muita coisa da década de 1980 para cá?
MC – Mudou. Hoje
podemos falar abertamente, vivemos uma democracia mais plena, podemos saber das
falcatruas, das injustiças e dos resultados das CPIs que, na maioria das vezes,
não são aquilo que a gente gostaria que fosse, mas, de qualquer forma, você tem
abertura e liberdade. Acho que isso nós ganhamos. Isso o povo brasileiro
conquistou: essa abertura para você falar livremente aquilo que pensa a
respeito, coisa que não se falava até 1984.
JT –
Você enxerga a peça como pioneira nesse sentido?
MC – “O Candidato” foi
a primeira peça a falar abertamente de política e a colocar o dedo na ferida
dos problemas políticos do País pós-abertura democrática. Tanto que nós
ganhamos o Prêmio Molière daquele ano por conta da contundência daquele
espetáculo, um prêmio que nunca tinha sido dado para autores de comédia. Depois
disso, a Jandira Martini e eu escrevemos várias outras peças e colocamos o dedo
na ferida de problemas, além de políticos, sociais e econômicos do País. Assim
foi “Jogo de Cintura” (1989), “Porca Miséria” (1993), e, recentemente,
“Operação Abafa” (2004), onde nos aproveitamos de forma oportuna um momento
político para, através da comédia, falarmos da tragédia que era aquele momento
em que vivíamos.
JT – E
como você avalia o espaço atualmente para se falar de política no teatro?
MC – Acho que tem
diminuído. Como autor de comédia de costumes e como autor de um teatro
político, que sou há mais de 25 anos, acho que está sumindo porque a internet é
muito rápida. Você se posiciona imediatamente diante de um site, de um blog, de
uma notícia que você lê... Coisa que não acontecia antes. Se você fizer um
texto político no Brasil de hoje, onde o presidente da República tem 80% de
aprovação, e não pegar a veia correta, você poderá ser chamado de ingênuo ou
panfletário.
JT –
Você vê o público um pouco desinteressado com o tema político?
MC – Totalmente.
Estamos vivendo em um mundo onde as pessoas se isolaram. Não estou dizendo que
sou contra ou a favor, mas a realidade de 2009 é que você se fecha em sua casa
com grades, se fecha em seu carro com vidros elétricos, se fecha em seu mundo
com seu celular. Quando você não quer conversar com alguém, você põe o celular
na orelha, finge que está conversando com uma pessoa e se fecha em seu mundo.
Seu escritório vira uma pastinha de computador. Então o ser humano foi se
isolando pelas circunstâncias do momento, da vida, do meio em que estamos
vivendo, da evolução tecnológica. O ser humano se isolou de tal forma que não
consegue mais agir em grupo, agir coletivamente. Você, nos anos 1960, agia
coletivamente, ia para as ruas. Nos anos 1970 e 1980, que foram anos de chumbo,
você, de certa forma, agia coletivamente, se reunia clandestinamente ou,
através de metáforas, fazia com que o seu discurso chegasse aos ouvidos das
pessoas. Hoje estamos isolados.
JT –
Diante da atual conjuntura, você já pensa em algum tema, algum texto político?
MC – Eu não sei qual
será o próximo tema político que a Jandira e eu abraçaremos. Vamos esperar a
eleição de 2010.
JT – Gostaria que você comentasse também sobre “Trair e Coçar é Só
Começar”. Você imaginava, enquanto escrevia a peça, que ela poderia chegar a
ser recorde absoluto de público na história do teatro brasileiro?
MC – Jamais. Acho que
ninguém pensa em fazer um sucesso tão longo e, ao que me parece, eterno, porque
não tem sinais de que vá terminar tão cedo. Claro que, quando eu escrevi, tinha
certeza de que estava escrevendo uma comédia matematicamente feita para fazer rir
de 60 em 60 segundos. É um vaudeville e você não tem como errar. É feito para o
público que quer apenas rir, quer apenas o divertimento. Que a peça faria
sucesso eu tinha certeza enquanto eu estava escrevendo.
JT – E
por que você acha que a peça fez esse sucesso tão estrondoso?
MC – O sucesso é
resultado de uma união de qualidades: um elenco estrelar e de muito talento,
como foi o da estreia, um teatro bem localizado, uma bela divulgação, uma
direção boa, com aquele texto... Não tem por que ela não ficar muito tempo em
cartaz. Agora, um, dois, três anos, tudo bem. Quatro você fala: ‘Nossa!’. Cinco
fala: ‘Ainda?’. Seis, sete, oito, fala: ‘Mas, meu Deus’. Depois de dez anos eu
fui verificar, fazer uma pesquisa e descobri que a peça já estava quase
chegando em sua segunda geração de espectadores. Chegou a um ponto em que, em
uma roda de quatro pessoas, três já haviam assistido e a quarta, como ficava
sem assunto, meio que se obrigava a ir. O “Trair e Coçar” foi visto por seis
milhões de pessoas em 23 anos. Isso é uma loucura. E não é nada perto do que
ele atingiria se ele passasse na televisão: seria visto por 80, 150 milhões de
pessoas em uma só noite. A peça praticamente não viajou o Brasil. Ainda tem uma
longa caminhada. Então, acho que vou embora um dia e “Trair e Coçar”
fica.
JT –
Você sempre se dá muito bem quando trabalha com mulheres (tem parceria autoral
de mais de 20 anos com Jandira Martini, foi casado durante 20 anos com
Jussara Freire e, como agora em “Pontes de Madison”, sempre se destacou no palco
ao lado dela e, na televisão, formou dupla memorável com a Lilia Cabral em
“Páginas da Vida”). Você tem mais facilidade em trabalhar com mulheres? Por que
você acha que isso acontece?
MC – Você está me
chamando a atenção agora para isso. Eu não tenho parcerias masculinas mesmo.
Fiquei cinco anos e meio com a Irene Ravache, em “Intimidade Indecente”,
trabalhei durante três anos com a Regina Duarte, em “Honra”, além de outras
mulheres que participaram da minha trajetória. Eu não sei. Eu realmente nunca fiz
um trabalho de dois homens no palco. Acho que é destino.
JT – E o
fato de dividir cena com alguém que você foi casado durante 20 anos? A
intimidade entre os atores facilita?
MC – É um presente. Sem
dúvida alguma facilita. Primeiro porque nós já temos uma intimidade cênica e,
obviamente, para esta peça (“Pontes de Madison”), onde o tema central é uma
história de amor, é claro que você ter uma intimidade afetiva e carnal – eu sei
onde pegar na Jussara, não precisamos ensaiar – só ajuda. E nós somos muito
amigos. Fomos casados durante 20 anos, estamos separados há 15, mas somos
grandes amigos, não ficamos mais de uma semana sem nos falar. É muito prazeroso
poder dividir o palco em uma história com um tema como este, com uma mulher que
eu amei e que ainda amo como minha ex-mulher e colocar isso para fora em cena.
Torna-se realmente mais fácil.
JT – Como está sendo a recepção do público a “Pontes de Madison”?
MC – Impressionante. O
público mais velho se emociona porque estamos contando uma história de amor na
maturidade. O público com mais de 40 anos se emociona muito e o público mais
jovem, de 20 a 35, reflete sobre esse amor que acontece uma vez só na vida,
essa coisa única que, se você perder esse bonde, não encontra outro. Voltando
ao tema da superficialidade em que vivemos, o beijante e o ficante são termos
mais adequados a essa geração. E uma geração que vai ver um espetáculo onde
ninguém só beija, só fica, reflete até que ponto ser beijante ou ser ficante
hoje em dia é bom e até que ponto quando chegar um amor desse não vai passar
por uma revisão de suas necessidades amorosas, físicas. A peça é um grande
sucesso.
JT –
Você acredita em finais felizes para paixões avassaladoras?
MC – Eu acho que a
gente tem sempre que acreditar, porque a gente sempre espera que o nosso final
seja feliz. Somos criados com finais felizes. Começa-se a história com “Era uma
vez...” e termina-se sempre com “E foram felizes para sempre”. De repente a
gente vê que a vida não é um sonho, não é um conto de fadas e que os finais não
são necessariamente felizes, ao contrário, a maioria deles é infeliz.
JT – Já
se viu como o Robert, tendo uma paixão avassaladora?
MC – Já me vi uma vez
sim, mas ela não era casada (risos). Não dá para fazer um paralelo.
JT –
Vocês pretendem viajar com a peça no ano que vem?
MC – Ficamos até 20 de
dezembro em São Paulo e a ideia é ir para o Rio depois, fazer algumas capitais.
JT –
Pretende se dedicar também à TV, ao cinema?
MC – Eu devo fazer a
próxima novela das sete “Bom Dia Frankenstein”, estou escrevendo uma minissérie
com a Jandira Martini, que ainda vamos apresentar à Globo, e tentando esboçar
ainda um texto de teatro para 2011 ou 2012.
Ficha Técnica:
Autor: Robert James Waller
Tradução e Adaptação: Alexandre Tenório
Direção: Regina Galdino
Elenco: Marcos Caruso como Robert Kincaid, Jussara Freire como Francesca
Johnson, Luciene Adami como Caroline Johnson e Paulo Coronato como Michael
Johnson
Cenário: Marco Lima
Figurinos e Visagismo: Fábio Namatame
Iluminação: Ney Bonfante
https://www.jornaldeteatro.com.br/entrevistas/579-marcos-caruso-uma-excecao
Observações:
A entrevista pode ser
apresentada em audiovisual ou escrita e a pesquisa pode ser individual ou em
grupo.
Registros no caderno.

Prof, é sério que em meio de uma pandemia se está pedindo para sairmos de casa, irmos para algum teatro só para realizar uma atividade?!
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