Turma: 8º A, B e C
Disciplina: História
Canal de resposta: E-mail marciareginagalvao@professor.educacao.sp.gov.br
Prazo de envio: entregar até 26/06
Período de envio: 08/06 à 12/06/20
Habilidade a ser desenvolvida:
EF08HI12) Caracterizar a organização política e social no Brasil
desde a chegada da Corte portuguesa, em 1808, até 1822 e seus desdobramentos
para a história política brasileira.
Material utilizado:
Material que será utilizado para as atividades volume 2 – parte 2 do
São Paulo Faz Escola ( Ciências Humanas – História)as Aulas do CMSP. Livro
Didático de História , Dicionário. Blog da Escola. Atividade em anexo neste
documento.
Tarefas:
Habilidade a ser desenvolvida:
EF08HI12) Caracterizar a organização política e social no Brasil
desde a chegada da Corte portuguesa, em 1808, até 1822 e seus desdobramentos
para a história política brasileira.
1.
Assistir as aulas de História pela TV ou pelo aplicativo
2.
Ler o resumo sobre a chegada da Corte Portuguesa ao Brasil.
3.
Consultar o Livro didático de História Capítulo 8 a partir da
página 134
4.
Consultar o dicionário em caso de necessidade para palavras
desconhecidas
5.
Responder as questões das páginas 43 e 44 da apostila vol. 2 – parte 2 São Paulo faz Escola
atividade 1 e atividade 2.
6.
Fazer a pesquisa sobre os selos comemorativos de 2008 sobre o
bicentenário da chegada da família real ao Brasil.
7.
Montar um mapa mental sobre a Chegada de Corte Portuguesa ao
Brasil em 1808.
8.
Fotografar o mapa mental se for realizado no caderno , se for realizado
no computador e enviar no e-mail em
formato word .
Orientações:
·
Responder
a Atividade 1 da página 43 os itens : a ; b ; e realizar a pesquisa da letra c;
·
Atividade
2 : páginas 43 e início da 44: ler e
observar as fontes 1 e 2 e responder os itens:
a; b; e na letra c desenhar uma charge que represente a atuação da Inglaterra
escoltando as embarcações portuguesas.
·
Criar
um mapa mental sobre a vinda da família real ao Brasil.
As atividades deverão ser postadas
no e-mail marciareginagalvao@professor.educacao.sp.gov.br
- Todos os registros que vocês alunos (as)
realizarem, sejam das atividades ou da organização e roteiros de estudos
neste momento de isolamento social serão de extrema importância para o
acompanhamento do professor. Por isto conto com as realizações das
propostas de estudos e das atividades.
Observações:
Seguem abaixo o resumo e exemplos de mapa
mental
Neste 2º Bimestre iremos utilizar nas atividades a criação de mapas mentais com a finalidade e proximidade com palavras – chaves relacionadas a cada situação de aprendizagem.
Leia o resumo a seguir para responder as questões:
A Vinda da Família Real para o Brasil
A vinda da família real
portuguesa para o Brasil ocorreu em 28 de novembro de 1807 e a
comitiva aportou no Brasil em 22 de janeiro de 1808.O refúgio no Brasil foi uma
manobra inédita do Príncipe-Regente, D. João, para garantir que Portugal
continuasse independente quando foi ameaçado de invasão por Napoleão
Bonaparte.Para garantir o êxito da transferência, o reino de Portugal teve
apoio da Inglaterra, que também auxiliou na expulsão das tropas napoleônicas.
Por que a Família
Real veio para o Brasil?
Em 1806, Napoleão Bonaparte decretou o bloqueio
continental determinando que os países europeus fechassem os portos para os
navios da Inglaterra.
Enquanto isso, negociou secretamente o Tratado de
Fontainebleau (1807) com os espanhóis que permitiria os franceses atravessar a
Espanha para invadir Portugal. Em troca, o reino espanhol poderia se apoderar
de um pedaço do território português.
Portugal não aderiu ao bloqueio continental devido à
longa aliança política e comercial com os ingleses e, por este motivo, Napoleão
ordenou a conquista, ocorrida em novembro de 1807.
Antes disso, em 22 de outubro de 1807, o príncipe
regente D. João e o rei da Inglaterra Jorge III (1738-1820) assinaram uma
convenção secreta que transferia a sede monárquica de Portugal para o Brasil.
Neste mesmo documento, ficava estabelecido que as
tropas britânicas se instalariam na Ilha da Madeira temporariamente. Por sua
parte, o governo português comprometeu-se em assinar um tratado comercial com a
Inglaterra após fixar-se no Brasil.
O príncipe regente, Dom João, determinou que toda a família real seria transferida para o Brasil.
Também viajariam os ministros e empregados, totalizando 15,7 mil pessoas que
representavam 2% da população portuguesa.
Foram necessários oito naus, três fragatas, três
brigues e duas escunas para o transporte. Outros 4 navios da esquadra britânica
acompanhavam a corte.Além das pessoas, foram embarcados no dia 28 de novembro
de 1807, móveis, documentos, dinheiro, obras de arte e a real biblioteca. Aos
que ficaram, lhes foi aconselhado receber de maneira pacífica os invasores para
evitar derramamento de sangue.
Como a vinda da
família real deu-se em uma situação emergencial, os preparativos foram feitos
às pressas, e os relatos contam do pânico que
dominou as pessoas durante os dias de embarque, de 25 a 27 de novembro de 1807.
Os historiadores contam que entre 10 mil e 15 mil pessoas
embarcaram junto à família real portuguesa.
Sendo assim, a
embarque da corte portuguesa foi um evento, uma vez que todo o aparelho
administrativo de Portugal foi embarcado em três dias. Naturalmente, o grau de
desorganização de tudo que aconteceu fez com que muita coisa fosse deixada para
trás. Em Portugal, não ficou nenhum membro da corte que fazia parte da linha
sucessória dos Bragança, e o território ficou sob responsabilidade de uma junta governativa.
Travessia
Em 29 de novembro
de 1807, as embarcações portuguesas iniciaram sua viagem na direção do Brasil
e, no alto-mar, encontraram-se com embarcações de guerra dos ingleses. Estas
escoltaram os portugueses em segurança até o Brasil. No fim do dia 29, os
franceses entraram em Lisboa.
O percurso foi
cheio de problemas. Os recursos disponíveis não eram suficientes para a quantidade de pessoas
que estavam nos navios, por isso, alimentos e água foram racionados ao máximo.
Também não havia espaço para todos, e os dormitórios precisaram ser
improvisados. A quantidade de gente e os problemas de higiene resultaram em
um surto de piolhos, o que forçou as mulheres a rasparem os seus
cabelos.
No dia 26 de fevereiro, a corte partiu para o Rio
de Janeiro, que seria declarada capital do Império.A chegada no Rio de Janeiro
ocorreu em 7 de março de 1808. Havia poucos alojamentos disponíveis para
acomodar a comitiva palaciana e muitas residências foram solicitadas para
recebê-los.
As casas que eram escolhidas pelos nobres recebiam
em sua fachada a inscrição P.R., que significava "Príncipe Regente" e
indicava a saída dos moradores para disponibilizar o imóvel.B. No entanto, a
população interpretou a sigla, ironicamente, como "Ponha-se na
Rua".
Consequências
Quartéis e conventos também foram usados para
acomodar a corte. A mudança da Família Real e sua comitiva contribuiu para
significativas mudanças no Rio de Janeiro, pois foram realizados melhoramentos
e levantados novos edifícios públicos.
O mesmo ocorreu com o mobiliário e a moda. Com a
abertura dos portos, o comércio foi diversificado, passando a oferecer serviços
como o de cabeleireiros, chapeleiros, modistas.
D. João também abriu a Imprensa Régia, de onde
surgiu a Gazeta do Rio de Janeiro. Foram criadas a Academia da Marinha, a
Academia Militar, o Jardim Botânico, a Real Fábrica de Pólvora, Laboratório
Químico-Prático, etc.
A arte, contudo, está entre os setores que mais recebeu
impacto da transferência da corte. A Real Biblioteca de Portugal foi
transferida integralmente de Lisboa para o Rio de Janeiro, em 1810.O acervo
inicial, de 60 mil volumes, era composto por livros, mapas, manuscritos,
estampas e medalhas e foi a base para a atual Biblioteca Nacional.
Para o entretenimento dos integrantes da corte, foi
fundado em 1813 o Real Teatro São João, onde atualmente se encontra o Teatro
João Caetano.
Com o fim das guerras napoleônicas, vários artistas
franceses se veem sem trabalho e recorrem a Dom João para seguir suas
carreiras. Tem início, assim, a chamada Missão Francesa que possibilitou a
abertura da Escola Real de Artes Ciências e Ofícios.
A fim de estreitar os laços comerciais e políticos
com os ingleses, Dom João assina, em 1810, o Tratado de Aliança e Amizade, de
Comércio e Navegação com o Reino Unido.
Este Tratado estabelecia:
·
o direito da extraterritorialidade. Isto
permitia aos súditos ingleses que cometesse crimes em domínios portugueses
serem processados por magistrados ingleses, segundo a lei inglesa;
·
a permissão para construir cemitérios e
templos protestantes;
·
a segurança de que a Inquisição não seria
implantada no Brasil e, desta maneira, os protestantes não seriam incomodados;
·
vantagens comerciais. O imposto de importação
de produtos ingleses seria de 15%, ou seja, os produtos portugueses, 16%, e os
demais países, 24% em nossas alfândegas.
·
O compromisso do fim do tráfico negreiro em
vistas da abolição da escravidão.
Independência do Brasil
A principal consequência da vinda da família real para o Brasil
foi a aceleração do processo de independência do país.
Em 1815, com fim das guerras napoleônicas, o Brasil foi declarado
parte do Reino Unido de Portugal e Algarves, deixando de ser uma colônia.
Isso foi necessário, pois os dirigentes europeus reunidos no Congresso de Viena não
reconheciam a autoridade de Dom João numa simples possessão ultramarina.
A permanência da família real foi decisiva para manter a
unificação territorial do Brasil, pois reuniu parte da elite e da população em
torno à figura do soberano.
As medidas político-administrativas de Dom João fizeram com que a
Inglaterra acentuasse o interesse no comércio com o Brasil. Essa condição fica
clara com a abertura dos portos às nações amigas.
O processo fez com que Portugal perdesse o monopólio sobre o
comércio com o Brasil e a elite agrária passa a sonhar com a Independência. Em
contrapartida, o Brasil passa a ser para a Inglaterra um promissor mercado
consumidor e fornecedor.
Quando D. João VI precisou retornar a Portugal, por causa da Revolução Liberal do Porto, o filho Dom
Pedro, aproxima-se da elite agrária. Esta estava preocupada com a possibilidade
de recolonização e as guerras em curso na América Espanhola.
A Independência do Brasil é declarada no dia 7 de setembro de 1822
por Dom Pedro I que se
torna o primeiro imperador do Brasil.
Independente, o país promulga a primeira Constituição em 1824 que
mantém o regime monárquico, a escravidão e reconhece a religião católica como
oficial.
Mapa
mental é um diagrama que permite que você organize
ideias de forma simples e lógica, representando-as visualmente, facilitando o
processo de memorização.
Ele
começa com um tema central, que evolui através de linhas ou “ramos”
relacionando os subtópicos do tema.
É
conhecido como um método de memorização que ajuda a aumentar o aprendizado. Foi
criado com base no funcionamento do cérebro, que tem mais facilidade de
organizar ideias de formas sistematizadas. É muito efetivo para:
- Organizar matérias para revisar
- Fazer planejamentos
- Traçar objetivos
- Organizar ideias em reuniões.
- Atividades que necessitem de organização
de ideias
·
Esse método foi criado pelo escritor inglês Tony Buzan,
que é uma das maiores autoridades no estudo do cérebro, memória e aprendizagem.
Então como fazer um
mapa mental?
Existem
duas formas: desenhando, ou através de ferramentas na internet. Indicamos que o
mapa seja feito a mão. O motivo é que temos mais facilidade para aprender
quando fazemos algo à mão. Por isso, o mapa mental vai funcionar melhor para o
seu aprendizado se você fizer dessa forma.
Para
desenhar o mapa mental, você irá precisar de papel e caneta. Procure usar
canetas coloridas para separar as informações em cores diferentes e ajudar na
dinâmica do seu mapa.
9 passos para desenhar
um mapa mental:
- Defina o
tema central, ex: Geometria.
- Procure
informações que envolvam o tema e leia bastante sobre os assuntos que você
precisará colocar no mapa.
- Utilize
cores, setas e desenhos. Esses elementos no mapa vão ajudar você a
associar os assuntos e lembrar deles posteriormente.
- Use
palavras-chave curtas para montar o fluxo do seu mapa, pois as grandes
tiram o foco e podem confundir.
- Deixe a
folha em formato paisagem. Isso ajuda as ideias a fluírem melhor.
- Comece
desenhando no centro da folha, colocando o tema central e o envolvendo com
algum elemento visual. Exemplo: um balão de ideia ou algum desenho que
represente a palavra.
- Conecte as linhas de forma decrescente, ligando os maiores junto com os subtópicos e o tema central, e os assuntos mais específicos, com linhas menores, ligando nos subtópicos. Ficou confuso? Veja um exemplo:
9. Por fim consulte-o sempre para não esquecer a linha de raciocínio. O cérebro
precisa de um tempo para memorizar novas informações até que elas se tornem
naturais.
2. Observe o exemplo de mapa mental :
3.2 Ou
em folha de sulfite ou de caderno de desenho outra maneira de produzir:
7.
AGORA É COM VOCÊ :
v LEIA
COMO PRODUZIR UM MAPA MENTAL
v FAÇA
A LEITURA DO RESUMO E REVISITE AS
ATIVIDADES ANTERIORES SOBRE O ILUMINISMO
v PRODUZA
O SEU MAPA MENTAL
v SE
PRODUZIR NO COMPUTADOR É SÓ ENVIAR O ARQUIVO NO E-MAIL
8. SE PRODUZIR NO CADERNO OU EM FOLHA SULFITE TIRA UMA FOTO E
ENVIE NO E-MAIL.
BOA PRODUÇÃO E BONS ESTUDOS.
Nenhum comentário:
Postar um comentário