CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO
Professora Dra:
Ariella
Turmas:
2B
Disciplina:
SOCIOLOGIA
Canal de resposta:
ariellaaraujo@professor.educacao.sp.gov.br ou no Google Sala de Aula
Período de envio:
até 05/10/2020
Período de envio:
21/08 a 25/09
Plantão de dúvidas por
meio do e-mail, chat do CMSP e do Google Sala de Aula
Segunda-feira
das 21h50 às 22h20
Google Sala de Aula
Tutorial de acesso aqui anexado
Caso você tenha seguido
todos os passos e ainda assim sua turma não aparece, inserir os seguintes
códigos:
2B: gjbaiby
Material
utilizado
Aula
do Centro de Mídia e box resumo
Tarefa
Assistir a aula do CMSP, consultar o box resumo, e
responder as questões-roteiro da aula
Objetivo
Refletir
sobre as relações sociais da juventude com a sociedade e suas instituições.
Refletir sobre a juventude, o consumo e a arte no processo de forrmação de
identidades.
Habilidades
(2.7, adaptada)
Estabelecer uma reflexão
crítica sobre a apropriação de elementos para consumo de massa na produção da
identidade juvenil. Desenvolver
a capacidade de reflexão e compreensão de conteúdos e temas trabalhados nas
aulas do CMSP; relacionar elementos do cotidiano a conceitos sociológicos.
Orientações
1) Assistir as duas aulas de Sociologia do CMSP
Sobre Juventude e
Consumo, aula do dia 23 de julho
Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=oPnJRNTWA5g
Sobre Juventude,
Consumo e Arte, aula do dia 30 de julho
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=rMdd7n_dlYM
2) Responder
as seguintes questões-guia para compreender a aula
a) Como
as professores definem Juventude? Era um conceito que apareceu ao longo da
história?
b) Em
que documentos oficiais o conceito de juventude aparece?
c) Como
o conceito de Juventude aparece na Sociologia?
d) Por
que a aparência assume um caráter
fundamental para os Jovens, de acordo com Giddens?
e) Quais
são os dados apresentados sobre em que gastam os jovens? Qual conclusão você
chega sobre?
f) Como
arte é definida?
g) A
partir dos elementos discutidos na aula, ocê consume que produz Arte e Cultura?
Observações:
Box-Resumo:
Na atividade 5, e na aula
do CMSP do dia 25 de junho vocês aprenderam um pouco com a noção de
cultura é entendida como desenvolvimento mental e
organizacional das sociedades; como um
todo complexo que inclui os conhecimentos, as crenças religiosas, a
arte, a moral, os costumes e todas as outras capacidades e hábitos que o homem
adquire enquanto membro da sociedade. É também compreendida como um fenômeno
essencialmente humano. Mas por que podemos dizer que é essencialmente humana e que, portanto, nos distingue dos animais?
Porque demanda algumas habilidades, como: 1) somos dotados da capacidade de
criar símbolos e significados; 2) somos dotados da
capacidade de transformamos o meio em que vivemos, ao contrário dos animais,
que apenas alteram seu comportamento
quando há modificações no ambiente que
os obriguem a isso; 3) somos capazes de transmitir a nossa cultura de geração
em geração dentro do grupo, devido a nossa linguagem, ou seja, a nossa
capacidade de falar.
Na aula do dia 02 de julho
você aprendeu sobre a diferença entre cultura de forma geral e a cultura de
massa, que também foi abordada na aula do dia 25. Distinto dos conceitos de
cultura popular (produzida pelas classes populares) e cultura erudita
(produzida pelas elites), a cultura de massa é um conceito que ao
contrário do que ele sugere não é produzido pelas massas (ou seja, por
uma grande quantidade de pessoas), mas para as massas. É quando práticas,
saberes e costumes das diferentes classes são transformados em mercadoria. Há uma grande influência das mudanças
tecnológicas na produção cultural e na massificação
de uma cultura de “gosto médio”, ou seja, quando esses gostos, práticas e
costumes de diferentes classes são produzidos artificialmente para agradar
determino público através chamada Indústria Cultural. É essa
indústria (conjunto de empresas ligadas
às classes dominantes) é a responsável
por produzir “cultura”.
Mas como produzir
artificialmente/industrialmente algo que surge das práticas cotidianas de
diferentes classes sociais? Isso acontece pela massificação de saberes e
padrões de comportamento que interessam às classes dominantes, para que sejam
adotados como referência pelas classes dominadas. É nesse sentido que a
propaganda e os meios de comunicação possuem um papel fundamental para difundir
e vender os produtos da Indústria Cultural e com isso estimular o consumismo,
tema da aula do dia 09 de julho do CMSP. Com essa aula, você aprendeu as
diferenças entre Consumo e Consumismo e como estão diretamente
ligados à cultura da nossa sociedade, também conhecida como sociedade do
consumo. O objetivo a partir da diferenciação desses dois conceitos O consumo
de forma geral é entendido como forma de satisfação das nossas necessidades
básicas, ou seja, sem consumir determinadas coisas e produtos não vivemos, como
por exemplo comida e água. Já o consumismo tem relação mais com a criação de
desejos do que com a satisfação de necessidades básicas. Por exemplo, sua
existência física não depende da aquisição do ultimo celular da moda,
compreende? O objetivo, a partir dessa
diferenciação dos conceitos, é fazer você refletir sobre as suas práticas de
consumo (saber distinguir entre “eu preciso” ou “eu quero”?). É nessa diferenciação que reside o “pulo do
gato”. Como essas necessidades secundárias são criadas em nós? As propagandas e
os meios de comunicação de massa tem um papel fundamental nesse processo, que
aprofundaremos melhor na atividade 14.
A aula do dia 16 de julho,
por outro lado, esteve voltada para a discussão de como esses produtos e
mercadorias são fabricados, ou seja, de forma massificada e sua relação com o
consumismo e a felicidade que acreditamos depender dela. Que o consumo faz
parte de toda e qualquer sociedade nós sabemos, mas o consumismo foi algo
induzido e criado com a formação do capitalismo, ao introjetar necessidades
criadas através dos meios de comunicação como Rádio, Televisão e Internet. O
consumismo também se tornou parte central das sociedades que vivenciaram a
industrialização, logo, não é universal. Outro problema decorrrente do
consumismo consiste na sua ligação com as propagandas. Por meio das propgandas
passamos a construir também uma falsa noção de felicidade. Por que falsa?
Porque ao comprarmos algum produto temos a impressão de que ficamos felizes.
Mas quando o produto não é mais novidade, essa sensação passa. Zygmunt Bauman
foi um autor que você aprendeu e que tratou melhor dessa discussão e
principalmente do paradoxo (contrassenso, algo que parece absurdo,
contraditório) presente nele, que é: o ao mesmo tempo em que vende a promessa
de satisfação, precisa mostrar ou fazer o consumidor acreditar que está
insatisfeito! Ou seja, a pessoa que compra o produto e logo é levada a pensar
que o outro produto é melhor e traria mais felicidade. A sociedade do consumo,
como ficou cunhado por Bauman, prospera, portanto, enquanto consegue tornar
perpétua a não satisfação de seus consumidores, que sempre acreditam que
precisam comprar mais e mais coisas.
Na aula do dia 23 e 30 de
julho serão discutidas a relação entre Juventude, Consumo e Arte. Como o
conceito de Juventude aparece ao longo da história até a atualidade, inclusive
em documentos oficiais. Discutem também como a
identidade juvenil é formada a partir do consumo, das propagandas e das
redes sociais. Como os meios de comunicação exercem forte influência no consumo
dos jovens, voltada para além da dimensão da mera satisfação das necessidades.
O ato de consumir, para muitos jovens, está ligada a consturção da identidade,
em associar compras à boa vida, riqueza, status e felicidade. A “boa” aparência,
assume, potanto, um caráter central na formação dessas identidades. A arte
também é discutida como um elemento de consumo por parte da juventude e na
modelação de suas personalidades.
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