Professora Dra: Ariella
Turmas:
2ª B
Disciplina:
SOCIOLOGIA
Canal de resposta:
ariellaaraujo@professor.educacao.sp.gov.br ou no Google Sala de Aula
Período de envio:
até 02/10/2020
Período de envio: 19/10 a 23/10
Plantão de dúvidas por
meio do e-mail, chat do CMSP e do Google Sala de Aula
Segunda-feira
das 21h50 às 22h20
Google Sala de Aula
Tutorial de acesso aqui anexado
Caso você tenha seguido
todos os passos e ainda assim sua turma não aparece, inserir os seguintes
códigos:
2B: gjbaiby
Material
utilizado
Aula
do Centro de Mídia e box resumo
Tarefa
Assistir a aula do CMSP, consultar o box resumo, e
responder as questões-roteiro da aula
Objetivo
Revisitar
algumas discussões feitas em aulas anteriores, como o trabalho e sua relação de
mediação com a natureza, modos de produção, alienação e fetiche da mercadoria.
Habilidades
Identificar o trabalho como mediação entre o
homem e a natureza. Compreender os conceitos de fetichismo da mercadoria e
alienação no processo de produção capitalista.
Orientações
1) Assistir as duas aulas de Sociologia do CMSP
Sobre Revisão:
Trabalho, Alienação e Fetichismo da Mercadoria, aula do dia 01 de outubro
Disponível em https://aulascentrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/#!/midia?videoPlay=2980&id=41
2) Depois
de assistir a aula de revisão do dia 01 de outubro, responder as seguintes
questões-guia:
a) De
acordo com a aulas, as professoras identificam uma diferença entre conceitos
como Força de Trabalho e Trabalho. Explique o que são.
b) A
partir da aula, identifique quais formas o trabalho foi assumindo ao longo da
história
c) Como
é o trabalho no capitalismo?
d) Um
vez que a aula é uma revisão, o que é alienação?
Observações:
Box-Resumo: Trabalho e
Alienação
Nas aulas e bimestres anteriores nós aprendemos muitas coisas
relacionadas à Cultura, suas manifestações, formas de organização,
hábitos adquiridos em Sociedade e como algo que nos diferencia dos animais
(principalmente devido à possibilidade
de transmiti-la por meio da linguagem). Depois dessa introdução, você aprendeu
a diferenciar a cultura geral da chamada cultura de massa e como essa
cultura massificada é produzida e disseminada por uma Indústria Cultural.
Relacionadas a essas discussões, vocês foram levados a refletir sobre o Consumo
e o Consumismo, que estão
diretamente vinculados, principalmente,
às sociedades ocidentais que passaram por processo de industrialização e
as falsas necessidades criadas a partir disso (e a sensação de felicidade). Por
último, foram discutidos a relação entre Juventude,
Consumo e Arte, conceitos que vão se modificando ao longo da história, e
como uma identidade juvenil é formada a partir do consumo, das propagandas e
das redes sociais. Em outros termos, como os meios de comunicação exercem forte
influência no consumo dos jovens, voltados para além da dimensão da mera
satisfação das necessidades, nas formas como nos vestimos e, inclusive, como
nos apropriamos de elementos de outros culturas e ressignificamos. Os novos
temas introduzidos nas aulas do dias dias 03 de 10 de setembro teve como
objetivo discutir como se produz cultura, os meios necessários para a nossa
sobrevivência e para a criação de novas necessidades através de um elemento fundamental:
o trabalho. Mas o trabalho aqui compreendido vai para além daquilo que você
conhece. Você deve ter percebido como “Trabalho” é um conceito que muda ao
longo da história e como ele se diferencia do Emprego. Aprendeu também que o trabalho não é um elemento apenas
que garante a nossa sobrevivência, mas a partir do momento que é uma mediação,
o homem transforma a natureza e a si mesmo. E na concepção moderna,
capitalista, esse conceito está intimamente ligado ao da Alienação e Fetiche da
Mercadoria, conceitos desenvolvidos por Karl Marx em o Capital. Alienação nada mais é do que o estranhamento que o trabalhador passa
a ter com o produto do seu trabalho, ou seja, o trabalhador não mais dominando
todas as etapas de fabricação e não possuindo os meios de produção para tal.
Assim, esse trabalhador acaba não se reconhecendo no produto do seu trabalho,
naquilo que ele produz. É como se o produto tivesse surgido independente do
homem/produtor, como uma espécie de feitiço, daí o termo utilizado por Max:
fetichismo da mercadoria. É uma sensação de que o produto possui vida própria,
pois esconde as relações de trabalho por trás de sua produção. Exemplo, quando
você compra uma mochila, um celular, você não pensa nas pessoas que produziram
esse produto ou os materiais necessários para a sua fabricação, pensa? Esses fenômenos,
a Alienação e o fetiche da Mercadoria, estão intimante ligados ao que chamamos
de racionalização do trabalho, tema das aulas do dia 17 e 24 de setembro.
Você provavelmente já ouviu falar em taylorismo, fordismo e toyotismo, não?
Pois é, depois que o capitalismo se constituiu como força econômica e relação
social dominante, a humanidade perdeu a concepção totalizando do trabalho (ou
seja, apenas conhece partes do trabalho) e passou a desempenhar apenas funções na
sociedade, que chamamos de emprego.
Na aula do dia 01 de
outubro serão retomadas discussões feitas nas aulas anteriores, por isso
seria uma revisão de conceitos importantes como trabalho, alienação, fetiche da
mercadoria. A aula mostra, mais uma vez, como o trabalho foi assumindo
diferentes concepções ao longo da história, ou seja, a forma “trabalho” como
conhecemos no Capitalismo não foi sempre assim em épocas passadas. Retoma
também a visão do trabalho como mediação entre homem e natureza.
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